Uma frase simples, atribuída a Jonh Carmack, mas que, no dia a dia na fazenda, no negócio ou na vida, vira um diferencial enorme nas decisões.
A decisão mais difícil não é dizer “não” para o que é ruim.
É dizer “não” para o que parece bom.
E é aí que algo simples começa a se complicar e a decisão fica mais difícil do que deveria.
No dia a dia oportunidades aparecem o tempo todo:
um novo arrendamento, uma tecnologia diferente, uma parceria, uma expansão de área que “não pode esperar”, um negócio “promissor”…
Quase tudo parece promissor. E quase tudo parece bom.
Mas quem está construindo resultado consistente não cresce só pelo que abraça. Cresce, principalmente, pelo que decide deixar passar.
Porque cada “sim” tem um custo:
tempo, energia, capital de giro, capacidade operacional …
Muitas vezes, precisamos ter consciência de que o desafio não está no medo de perder oportunidades, mas no peso de tentar fazer tudo.
Na minha mentoria tenho visto isso com frequência. O problema raramente é falta de conhecimento, mas tentar fazer tudo e, por isso, a entrega ou resultado vem muito abaixo do que se poderia alcançar.
Foco é estratégia. E estratégia é escolha.E escolha, no mundo real, significa abrir mão.
Resumindo:
Nem toda boa oportunidade é uma boa decisão pra você.
Nem todo caminho promissor combina com o sua estrutura atual.
Nem tudo que parece bom merece o seu foco.
Às vezes, o maior avanço no seu negócio não está em fazer mais…
Está em parar de fazer o que dispersa.
Então:
O que hoje, mesmo sendo “bom”, está tirando o foco do que realmente importa?
